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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Batman: de Keaton até Affleck





Maior auê nas internets porque produzirão novos filmes (Liga da Justiça) com o Ben Affleck no papel do Cavaleiro das Trevas. Vou dar minha opinião sobre isso lá no final, mas vamos relembrar alguns filmes do Batman. Vou me ater aos que assisti, e que divertiram minha infância e aos mais recentes, que, bem... vamos lá.
Resumão gigante: Bruce Wayne, vindo de uma família bilionária, vê seus pais serem mortos por assaltantes quando ainda é pequeno, e cresce para limpara Gothan City (cidadezinha mais nojenta que a Detroit de Robocop) do crime. Ele se veste de negro, e sai à noite. O motivo é o seguinte:



Batman (1989)
Comecemos pelo Batman de Tim Burton. Sei que as pessoas veneram Tim Burton, mas eu cansei dele faz tempo. Esse filme é todo Burton e foi produzido em 1989. Assisti esses dias, de novo, na TV e devo dizer que sou toda a favor dele. Ele é divertido e tem certo ar de grandiosidade. Lembremos que ele tem 25 anos. Sou fã de Nicholson e acredito que ele fez um bom Curinga. E fica a pergunta: o que foi feito de Michael Keaton?


Batman Returns (1992)
Filme mais tosco da era Batman? Depende. Ele tem um forte concorrente! Batman Returns é ridículo! Mas... eu gosto muito do Pinguim nele! Aliás, sempre amo Devito. Ele tem cara de cachorro abandonado mesmo com o nariz do Pinguim. Não tenho ideia de se a história de Pinguim é a mesma nos quadrinhos no filme, mas eu fiquei com a maior dó dele. Burton, nesse filme, consegue dar mais vazão às suas loucuras, já que Pinguim é um cara bem psicodélico. A mulher gato, Pfeiffer, é de dar nojo. Não gosto dele como mulher gato não gosto da maneira como ela costura a roupa que usa, não gosto da falta de propósito dela no filme. Só gosto do Pinguim. Ele foi mais injustiçado que o Batman. Só não foi mais injustiçado do que o Batman foi na hora das escolhas de atores para o interpretarem. Keaton não foi o pior. Não, não foi.


Batman Forever (1995)
AUHUHAHUAHUHAUUHAHUA. Val Kilmer! Velho, Val Kilmer!!!!!! O cara é muito ruim. Temos dois tipos de atores que funcionam em Batman: alguns como o Cavaleiro das Trevas, outros como Bruce Wayne (caso de Keaton e mais um aí). Kilmer só NÃO FUNCIONA. Schumacher é o diretor desse filme e eu, ignorante não sei nada sobre ele. (meu conhecimento sobre diretores é tosco e engloba Spielberg, Burton e Tarantino). O filme pode ser um pouquinho mais “escuro” e panz, mas ainda é uma droga. De longe, pra mim, o pior filme da franquia. Não sei bem porque acho isso, mas a pretensão dele pode ser o motivo de eu não gostar. Dá pra perceber que o propósito dele foi se engrandecer, e Val Kilmer, tosco, fodeu com tudo. Eu amo o Tommy Lee Jones, mas não gostei dele no filme. Amei o Charada, no entanto, interpretado por Jim Carrey, e o que ele fez foi acabar de foder o filme com a vaia humorística. Ficou bom, mas foi totalmente contra o clima do filme. Viva Carrey! Um adendo (ia me esquecendo!!). Chris O’Donnell como Robin (criei uma paixonite pelo ator, por essa época). Ia me esquecendo por que a personagem é esquecível. 


Batman & Robin (1997).
Lembra que eu disse que o filme com o Kilmer era o mais tosco? Pois é... será mesmo? Batman & Robin é uma zona. Personagens demais, e muito bagunçado. Foi um “fracasso” de bilheteria (o que quer dizer que ganhou menos, estampar um filme com a franquia de Batman é dinheiro certo). George Clooney é um bom Wayne, e na medida do possível, um Batman bacana. Ele tem o queixo certo. Esse filme está mais legal na parte tecnológica, e de todos acima, talvez seja o mais sério. A veia cômica desapareceu, o macacão do Charada desapareceu, e o vilão é Mister Freeze (Schwarzenegger). Horrível, horrível. Eu assisti esse filme uma vez só e recomendo, altamente, que ele seja ignorado. Não tem um porque de ser visto diferente dos outros, em que temos pinguins gigantes, Nicholson e Jim Carrey! Um filme mais sisudo, com uma pitadinha de passassão de mão na bunda de Robin, pelo Batman!!! Ah, temos Uma Truman como Hera Venenosa (conheci a personagem no filme) e Alicia Silverstone (hâ?) como Batgirl. 

Trilogia recente.
Adoro o Bale, embora digam que ele bata na mãe. Enfim, Nolan aparentemente, é o novo diretor top. Li muito sobre opiniões sociológicas relacionadas à trilogia O Cavaleiro das Trevas. O sucesso estadunidense se deve a vários fatores. Batman: garantia de sucesso. Recursos de produção: ilimitados. Atores: ótimos. Mas o que, dizem os sociólogos, fez o primeiro filme ser top foi o roteiro. Aliás, os roteiros da trilogia giram, basicamente, em torno do terrorismo e manipulação política. Temos, no primeiro filme, a história de Batman, e o vilão é Espantalho, que foi genial. A história é de como Batman surgiu e como seus sentimentos de vingança o levam a se tornar o cavaleiro. Explica até porque um morcego.

O segundo filme é genial. Dizem que, se tivessem trocado Batman e Curinga por dois cidadãos “comuns” o filme continuaria ótimo. Esse filme é a contra partida da insanidade de Wayne. Sim, Wayne tem sua parcela de loucura. Mas nada comparado ao seu nêmeses, o Curinga. Claro que Ledger morrer logo após a gravação deu um toque a mais para o filme (não estou sendo cínica só realista). Mas Ledger foi uma lenda. Ele vestiu a personagem. Ele foi insano. Ele não respondeu como ganhou as cicatrizes. Esse filme entrou para a história pela interpretação de Heath Ledger. Enquanto o primeiro filme versa sobre passado, vingança e o ponto de terrorismo é químico, neste nós vemos a maldade e a manipulação. A cena dos barcos é genial. O filme me fez fã de Nolan.

Já o terceiro, é um bom filme. O arco entre Batman e  Ra's al Ghul se fecha, mesmo que Liam Neeson (amo) não apareça. O terceiro filme tem pontos altos, como os julgamentos, decididos pelO Espantalho, a resistência, a bunda da Anne Hathaway. Mas dos três, é o que menos gostei, na verdade, ele não prendeu minha atenção como deveria. Achei Bane chato pra caralho, o final previsível demais... embora as cenas no poço sejam chocantes.
Um adendo para a parafernália! O traje de Batman, o batmóvel Tumbler, a moto. Genial.
Na época do lançamento de The Dark Knight Rises um maluco matou uma pá de gente em um cinema nos EUA. Fica aí a “sorte” da promoção grátis dos filmes. Primeiro com a overdose de Ledger, depois com o assassinato no cinema. Isso impulsionou os filmes também.


Quanto a nova adaptação da Liga da Justiça com Ben Affleck. Eu gosto dele. Bastante. Ele cometeu grandes deslizes na carreira, como O Demolidor, mas poxa, ele é bom! o diretor será Zack Snyder.Torcemos!













segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Sangue. (Vampiro como figura Pop)


Vamos falar de vampiros?
Bom, não sou nenhuma especialista no assunto, mas tenho um segredo para você, leitor: eu acredito que eles existam! Sério! E acredito em lobisomens também.
Existe certa modinha sobre os vampiros ultimamente. Acho que a figura do vampiro é tão popular por que envolve mistério e eternidade, uma ânsia por viver uma semivida e, claro, a sexualidade das criaturas. (isso pra quem não viu o Nosferatu, é claro).
Vampiros são criaturas sedutoras, sexy, instintivas, cruéis, egoistas, bonitas, agéis, tradicionais, poderosas e importantes. São seres sobrenaturais, animalescos, encantadores, charmosos e assassinos. Vampiros são encontrados nas lendas de várias civilizações e podem ainda estar caminhando entre nós.
Sempre gostei da figura dos Vampiros, e meu primeiro contato, claro, foi com o Zé Vampir! Eu gosto muito do monstrinho da turma da Mônica! Aliás, adoro a turma do Penadinho, são personagens divertidos e os autores dos quadrinhos têm sacadas geniais, como quando o Frank entrou em depressão por que não teve infância. 
 

E temos é claro o vampirinho Draky, da Turma do Arrepio (eu tinha o chinelinho quando era criança). Eu sempre gostei da turma do Arrepio, mas gostava mais da múmia por que ela é tão fofa. **
Esses personagens foram os primeiros vampiros que eu conheci. Fofos sugadores de sangue. 



Um pouco mais velha descobri o gótico nos vampiros, não riam de mim, através da novela Vamp. Lembro de pouquíssima coisa, já que eu era um bebê, mas  lembro dos becos escuros e barulhos de salto, e da Cláudia Ohana...a novela era legal, mas se eu fosse minha mãe, não teria deixado eu ver. Mas enfim...me apaixonei por vampiros com Vamp (me enfiem uma estaca). O legal era que tinha lobisomens e a história do padre caçador. Quero ver de novo!


Com uns 13 anos, li o Drácula. Bram Stoker, the Best. Foi Stoker quem fundamentou a imagem do vampiro, com Drácula. O livro é um clássico, não só na literatura gótica, como na universal. Além disso foi um dos livros mais filmados da história, com adaptações mil, algumas umas verdadeiras porcarias, e algumas obras de arte. Pode-se dizer que Drácula foi a base para toda a cultura vampírica (aqui o Word me sugeriu a palavra “vampiresca” e eu mandei ele ir tomar no cu) do século XIX em diante. Existem os filmes, os livros, seriados, HQs, novelas, fantasias, bonecos...uma infinidade de coisa. Acho interessante o quanto a figura do vampiro é popular. Creio que os vampiros passam a imagem de liberdade e instinto que todo o ser humano gostaria de viver. Existe também a conotação sexual muito forte, que nós vemos em Drácula e foi ampliada muitas vezes em obras como as de Anne Rice  e Cia.


Se Stoker “criou” o vampiro, Rice conseguiu romantizá-lo e torná-lo clássico moderno. Muitas pessoas falam mal dos livros de Rice, e eu mesma não gosto muito do estilo de escrita dela em certos momentos, mas as histórias da mulher são foda. Ela conseguiu criar todo um mito sobre os vampiros. Uma sociedade secreta vampírica, uma vida secreta em meio a sociedade, ou melhor, uma vida secreta através da história da humanidade. Lestat...conheci Lestat em entrevista com vampiros. Juntar Tom, Brad, Antonio e Christian no mesmo filme foi demais. Tem a menininha que virou namorada do Homem Aranha também, Claudia. Embora eu goste do poder de Lestat, da “humanidade” de Louis (aqui eu abro um parênteses para falar que deve ter sido a piada de mais mal gosto do mundo Lestat transformar justamente Luis em um deles), o que mais me impressionou quando vi EcV foi a drama de Claudia, principalmente quando ela corta os cabelos por que cansou de ser uma “menininha”. É interessante ver uma mulher crescendo em um corpo de criança e mais ainda, ver como Claudia se torna cruel e frustrada. O tom de erotismo na garota também é chocante e minha mãe também não devia ter me deixado ver o filme. Depois li os livros, a crônica toda. Gostei mais de uns do que de outros. Mas ainda prefiro o Vampiro Lestat e Entrevista com Vampiros.
Agora a Anne Rice virou crente e escreve sobre anjos. Bom, boa sorte em sua nova empreitada, mulher!




Depois de Crepúsculo, que citarei lá embaixo (onde ele deve ficar), começou uma modinha de séries sobre vampiros na TV, mas nós não podemos deixar de lembrar das séries que realmente fizeram a diferença quando o assunto são os sugadores de sangue: Buffy e Angel.
Buffy foi, para a TV, quem popularizou os vampiros. Angel é um spin-off de Buffy e também uma das primeiras séries que assisti e uma das que eu mais gosto (thanks Wagner).
Gosto de Buffy embora não tenha assistido muitos episódios. É a historia de uma adolescente fútil que carrega uma missão passada através de gerações: ela é uma caça vampiros. Só pode existir uma caça vampiros viva de cada vez, e o seriado retrata Buffy lutando contra os vampiros que aparecem em sua cidade. Mas como não conheço bem, vamos falar de Angel. A vida de Angelus, um terrível e cruel vampiro, muda drasticamente quando ele ataca um bando de ciganos, e recebe sua alma de volta, como maldição. Ao ter sua alma de volta, Angelus se torna Angel, um vampiro que precisa compensar todos os pecados e crueldade que cometeu. Angel aparece no seriado Buffy, como um vampiro apaixonado pela Caçadora. Além de sofrer as torturas do arrependimento, a cigana complementou a maldição com o seguinte termo: Angelus voltará se Angel alcançar a felicidade completa. Temos então um vampiro bonzinho, que precisa lutar contra os monstros que aparecem, e ainda tem que ser um tanto sombrio, porque não pode se deixar Angelus emergir. Ah, a felicidade completa é alcançada de ele transar com Buffy (ah, o orgasmo!). Temos então o começo da série: Angel se mudando para Los Angeles para se afastar do seu amor. Muitos dos personagens de Buffy integram o mundo de Angel e recebem ali um desenvolvimento muito maior do que na série original. Angel é uma história sobre arrependimento, redenção e boa vontade, e é muito, muito divertida. Verei novamente em breve.
Temos também as séries novas. Comecei assistir True Blood e Vampires Diares, mas desisti. TB é chata, não gostei dos atores e achei que pegaram pesado com as cenas de sexo. A premissa pode até ser bacana: com a formulação de um sangue sintético, os vampiros podem conviver com os humanos...ok. Não se fazem mais vampiros como antigamente. Nem vou falar de VD por que não vi quase nada. Sei só que é uma coisa meio High School. Vampiros na escola...tsc.



O vídeo é para o Wagner. mas vejam e chorem.

Um dos textos sobre vampiros que eu mais gostei foi Vampiro: A Máscara. Não é um livro. É um jogo de RPG. A Máscara é um acordo criado milênios atrás entre os clãs vampíricos para que os seres humanos não saibam de sua existência. No jogo os vampiros andam entre nós, participam de jogos políticos e mantém seus “reinados”. Os sanguessugas são divididos segundo características especiais de cada grupo. São 13 clãs, cada um com suas habilidades, características e objetivos próprios. Não vou entrar no mérito do jogo (Mário, jamais citarei regras e definições de RPG novamente) mas as historias dos clãs são o máximo. Temos os vampiros assassinos, os vampiros que dominam magia, os que não podem aparecer por que são terrivelmente feios, os vampiros ciganos. Além disso, existem hierarquias, guerras de poder, regras a serem seguidas para a boa convivência. A Máscara também tenta dar uma origem ao vampirismo: os primeiros vampiros seriam filhos de Caim.


Por último, Crepúsculo. Os vampiros vão para a high school e brilham no sol...É! Nem vou por foto aqui.
Se eu fosse falar de todos os filmes legais e interessantes sobre vampiros, ficaria aqui para sempre. tenho que dar um destaque para Garotos Perdidos, da minha adolescência e, Um drink no Inferno, um dos melhores filmes ever, com ou sem vampiros. Quer saber sobre 100 filmes de vampiros, clique aqui.











sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Palhaços e outras coisas


Post em homenagem ao meu filhote Eduardo, o ser mais falante da Terra.
Estávamos vindo para o inglês quando ele me perguntou do que eu tinha medo.
Estalo.
Cabecinha da Cher funcionando até exorcizar a maldita pergunta.
Do que eu tenho medo?
Primeiro coisas básicas. Perder alguém que amo, ficar para ou tetraplégica, não ter capacidade de me sustentar, e um medo de todas as mães do mundo: que meu filho use drogas.
Nenhum desses medos me deixa sem dormir à noite, acho que são só parte do nosso instinto de preservação. São medos que todos temos, em maior ou menor grau, e acabamos vivendo em função de evitá-los tanto quanto pudermos.
Tenho alguns outros medos que são mais pessoais. Por exemplo, morro de medo de ser torturada ou estuprada. Carrego esse medo comigo desde que li sobre o militarismo no Brasil, quando eu tinha uns 12 anos. Acho que ser privada de movimento, ser humilhada, se sentir desnuda e frágil. Coisas horríveis.
Tenho consciência de que sou uma pessoa sortuda, por que embora tenha havido algumas brigas homéricas entre minha mãe e eu, eu sempre soube que meus pais estavam lá para nós. Eu nunca tive a preocupação de ser abandonada, abusada ou espancada (levei umas boas cintadas assim mesmo).
Eu não tenho medo de morrer. Acho que nunca tive esse medo, mas tenho medo de sofrer uma morte dolorida, ficar dependendo de alguém para cuidar de mim em uma cama, sentir dores atrozes por anos. Tenho medo do câncer. A palavra com C, que é tão assustadora pra todo mundo.
Quanto ao resto, sou bem saudável. Não tenho medo de animais, embora não goste de ratos. Meu filho também não tem medo de bicho nenhum, e sempre que vamos a algum evento que exibe aquelas cobras píton, nós pegamos. O Eduardo é até mais corajoso que eu, já subiu até em elefante!
Não tenho medo de altura, nem de lugares fechados (embora prefira escadas a elevadores). Não tenho medo de fantasma, embora tenha tido uma crise paranóica lá pelos 10 anos, em que morria de medo do boneco Chuck e de alienígenas. Dormi mais de dois meses na cama da minha irmã e cheguei até a molhar a cama nessa época.
Mas tem uma coisa que me deixa apavorada.
Palhaços.

Sou Coulrofobica. Lembro exatamente como adquiri meu medo de palhaços.

Eu já tinha uns 8 anos, e um dia estava vendo uma chamada na TV falando de um grupo de homens que se vestiam de palhaços, atraiam e abusavam de crianças, em algum canto do Brasil. Vi só a maldita chamada. E nunca mais cheguei perto de um palhaço. Graças a Deus que palhaços não são coisas que vemos todos os dias!

Fui ao circo com meu pai quando tinha uns doze anos. Sentamos longe, lá no fim da arquibancada, e embora eu não tenha dito nada na época (meus irmãos menores iriam rir de mim forever), meu coração ficou disparado e aterrorizado enquanto via os palhaços. Sentia que a qualquer momento um dele iria se aproximar de mim, sei lá, me levar embora e fazer coisas horríveis comigo. Por isso sempre são as outras pessoas que levam meu filho no circo. Não tenho medo de qualquer pessoa com a cara pintada de palhaço. Os palhaços de que realmente tenho medo são aqueles tradicionais, com perucas coloridas e macacões. Tipo, quem quer comer um hambúrguer de uma rede que tem isso como garoto propaganda?

 

É uma coisa horrível até de olhar. É uma pessoa vestida com roupas e sapatos largos, rosto pintado e peruca. Se ele fizer mal pra alguém, como vão descobrir quem ele é?

Acho que por isso mesmo, a primeira imagem que adotei no layout do meu blog foi o famoso e assustador Pennywise, o palhaço, monstro, assassino e wendigo de IT, do Stephen King. Pennywise, ou Bob Gray, aparecia transmutado no monstro que a criança mais odiava e tinha medo. Foi o lobisomem, o tubarão, a múmia, um olho gigante, mas TODAS as crianças o viram como palhaço. Ele carregava balões, andava pelos esgotos e dizia que lá embaixo, as coisas “flutuavam”...

 

Coisa pavorosa!

 Gente, olha o que eu achei pesquisando o assunto! Foi isso que acabou com minhas tardes festivas no circo: http://lendasurbanas.br.tripod.com/lendasurbanas/id18.html!

Não posso esquecer do clássico Killer Klowns From Outer Space. Essa capa: 


...ficava me encarando quando eu fechava a locadora em que trabalhei. Detalhe: o lugar funcionava até meia-noite.
A série Supernatural exibiu um episódio sobre um palhaço fantasma. Everybody loves a clown. Great Joke! Segundo episódio da segunda temporada. Eu assisti!! Com o Eduardo deitado na minha cama comigo. Pelo menos ele é mais corajoso que eu. 
Olha essa droga:
Enfim, amigos. Podem tirar sarro à vontade. Meu estômago ainda está doendo. Podem fazer piadinhas. Só não me preguem peças. Ok?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Telefone e Casa


Ando lendo o blog do meu amigo/professor/orientador/inspiração, o Cido... http://ocaminhorecusado.blogspot.com/ e acabei lembrando que eu não posto aqui há mais ou menos meio século.
Minha vida na hora de escrever é bem complexa, porque ou eu escrevo ficção (e tenho vergonha de postar) ou eu escrevo opiniões particulares (com as quais geralmente ninguém concorda).
Quando resolvi escrever este blog, foi para falar de entretenimento, mas existe uma coisa ruim sobre o entretenimento...você se distrai e esquece de escrever.
Hoje quero falar de alienígenas.
Tenho essa “paixão” por aliens desde que tinha uns 14 anos e descobri uns livros e revistas velhos na biblioteca da minha cidade que falavam sobre marcas em plantações e abduções. Vale frisar que tive apenas um período de depressão na minha vida, e ele foi diretamente ligada às dúvidas sobre a vida, o universo e tudo mais, que vieram justamente desses meus estudos sobre aliens, pirâmides misteriosas e calendários maia (2012 is coming).
Enfim...literatura Alien.
Invasores de Corpos, do original The Body Snatchers , do autor Jack Finney,  é um super livro sobre ETs, apesar de ser “apenas” uma alegoria sobre ao comunismo tentando vencer o capitalismo...(essas interpretações de texto sempre me fazem me perguntar se o autor estava realmente querendo dizer o que os críticos dizem que ele queria dizer (um fiz Letras)). O livro foi adaptado várias vezes para o cinema e conta a historia de “vagens” alienigenas que caem na Terra e tomam a forma humana do humano mais próximo quando ele dorme. A primeira cena do livro é muito bacana. Uma mulher chega para o doutor da cidadezinha onde a história se passa e diz que “meu tio não é meu tio”. O Doutor a acha maluca e ela conta que todo dia tal do mês o tio vai cortar o cabelo e ela ficou esperando ele voltar do babrbeiro por que ele tinha uma cicatriz atrás da orelha, que só era visível quando o cabelo estava curto.
Doutor “- E ele não tinha a cicatriz?”
Mulher “- Pior Doutor, a cicatriz estava lá, no lugar de sempre”

OO!

Não é o máximo??


Então...eu acho que Invasores de Corpos tem umas boas sacadas e por isso voto nela como uma boa história de alienígenas. Não me lembro de tantas outras, algumas são sobre abduções, mas  acho que os filmes são mais famosos e, por serem tão visuais, fazem mais sucesso. (ia falar de Eram os Deuses Astronautas, mas decidi que não é relevante no caso).

Os filmes!!!!!!
Eu gosto de Sinais. Os aliens são meio toscos, mas eu gosto da cena em que o Mel-espancador de mulheres- Gibson olha pela janela e nós vemos a sombra UM ET NO TELHADO DA CASA VIZINHA!!!!(quase ninguém que assistiu ao filme percebeu isso, e eu levei um susto).
Sinais conta a história de alienígenas com fome de carne humana, o que é um absurdo, visto que eles invadem a terra e assim sim, experimentam pela primeira vez a carne humana...ou existem outros planetas com humanos por ai???? (confusa)
São muitas as histórias sobre a carne humana, recursos humanos, experiências com humanos...o ser humano é tão filho da puta e egoísta que acham que nossos vizinhos interplanetários tem que ser tão ruins quanto nós.
Gosto da história do Predador...uma outra alegoria, dessa vez de guerra. O predador é um cara seguindo seus instintos, assim com o Alien, e eles são mais bacanas do que os monstros humano, na verdade.
Além desses “clássicos” temos Independence Day, a história dos heróis militares de todos os países se unindo contra uma causa maior. Eu gosto da parte em que o Will Smith dá um soco na cara do Alienígena gosmento (sou eclética, observem).

E temos as séries...sou louca por séries.
Temos X-Files, que foi ótima até lá pela 4º temporada e depois, na minha opinião, degringolou. Eu gostava de como tudo era subjetivo na série. Nada tinha uma explicação de verdade, nada era concreto. Depois começou muita melação e conspiração e eu fui assistir E.R.
Depois vieram outras séries, como Taken...muito bom, Fringe, que eu não assito e acho chata e Visitors.
Visitors é um remake de uma série de meados dos anos 80. Acho que gosto de V por que eu tenho flashs da série original.
Nós temos; homens lagartos, crianças alienígenas, conspirações governamentais e de mídia, um grupo de resistentes e a personagem principal é brasileira!!!!!

Em tempo...esqueci de ET – O extraterrestre, Star Wars e o Ben 10 por que são coisas chatas.
É isso.