quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Uma Questão de Segundos - Harlan Coben



Acabei de ler “Uma questão de segundos”.
Livro enxutíssimo, não é tão com quanto o primeiro livro estrelado por Mickey Bolivar, mas ainda assim é muito bacana.
Você começa ler o livro e de repente percebe que está apenas continuando exatamente no dia depois do primeiro livro (Refúgio) terminar. E tipo, eu nunca vi alguém atrair tantos problemas quanto Mickey.
Podemos ver que o fruto de muitos dos problemas que Mickey enfrenta tem relação com o misterioso grupo Abeona. A velha senhora Morcega é, aparentemente, a fundadora desse grupo do qual o pai de Mickey participava e que tem por objetivo salvar as crianças de maus tratos.
Rachel, a gostosa da classe e parte menos ativa do grupo de amigos de Mickey é uma ajudante do grupo, desde o primeiro livro. Ainda não consegui entender como eles recrutaram uma menina de menos de 15 anos para o grupo, mas ainda não consegui entender um monte de coisas que acontecem naquela vizinhança.
Enfim, conseguimos neste romance ter uma ideia muito melhor de quem é Colherada (meu personagem favorito). O desenvolvimento dos personagens é digno de nota, já que agora Coben se dedicou muito mais à isso. Temos até uma “Rede dos Zeladores”! Adoro as nomenclaturas que Colherada dá às coisas de que gosta.
Quanto a Ema, foi-nos revelada a identidade de sua mãe e metade do mistérios por trás de sua família. Ainda não sabemos quem é o pai, e estou curiosa para saber, já que creio que isso terá relação com a próxima trama de Mickey. Até os personagens secundários estão um pouquinho mais aparentes aqui, como os valentões/idiotas da escola.
Gostei bastante da relação de Myron com o sobrinho, começando a se desenvolver e como ele está conseguindo levar as coisas com um pouco menos de obaoba.
No geral, a trama do primeiro livro foi bem melhor, mas acredito que o próximo pode vir a ser ainda melhor, já que no final desse romance sabemos que Myron conseguiu a exumação do corpo do pai de Mickey.
Esses livros estão parecendo muito mais uma série de TV. Aguardando o próximo, espere que não demore!


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Refúgio - Harlan Coben

Um tio bobão pra um sobrinho mais bobão ainda?
Li Refúgio.
Amei.
Na verdade, li três livros do Coben em três dias e depois disso, parei de ler por algum tempo, porque nada se compara ao ritmo que encontro nos livros desse cara.
Esses dias li um resenha aqui mesmo no blog, que fiz sobre Coben e minha opinião não muda: ritmo, ritmo, ritmo. É isso que faz desse escritor um Best!
Uma das coisas que ouvi sobre escrever um romance que as pessoas querem ler fala justamente da construção do personagem. O personagem tem que causar simpatia no publico.
Essa estratégia que Coben usa, de fazer o Myron conversar com o leitor, é muito legal.
As piadas são ruins pra caramba...mas quem se importa? Elas continuam engraçadas.
Amar Myron significa amar Win e Esperanza (e achar um saco reler a história da Pequena Pocahontas em TODOS os livros). Significa também desejar ter pais como os pais do agente esportivo Bolitar.
Mas agora temos o Mickey pra amar também. E com ele o Colherada e Ema, a menina gótica que todos amamos.
Adorei Refúgio.  Fantasioso, sim. Provável, não! Dá pra engolir? Com muito líquido dá. Mas mesmo com todos os problemas de enredo (e acho isso super proposital) acredito que Refúgio é um vencedor, porque mantém aquilo que Coben tem de melhor: o mistério.
Mickey está em busca de sua namorada, desaparecida misteriosamente. Está também curioso quanto a uma velha que mora em uma casa mal assombrada. E está tendo problemas de adaptação com sua mãe drogada e seu tio exagerado. No meio de tudo isso, está o basquete, a escola nova, um carinha estranho, que oferece informações aleatórias o tempo todo (dá-le Colherada) e a gordinha Ema, de quem precisamos de informações.
Enfim, um livro que vale a pena. Ainda não comprei o segundo livro de Mickey, mas já posso dizer que gosto dele, quase tanto quanto gosto do tio.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Inferno - Dan Brown

Estava louca pra escrever essa resenha.
Estava maluca, na verdade, e a mais de 15 dias, já que não conseguia terminar de ler essa porcaria de livro, de tão entediante.
Mas eu tinha que terminar, porque queria postar aqui minha opinião.
Adoro Best Sellers. Adoro ler livrinhos rápidos, que te deixam com a sensação de cabeça vazia. Os Best Sellers me ajudam a deixar de pensar um pouco, e como tenho a cabeça muito agitada, isso é um bálsamo. Talvez seja por isso que eu seja viciada em leitura. É como um ópio gostosinho.
Gostei muito dos livros de Brown, (o que mais gosto é Ponto de Impacto), mas já tinha me decepcionado grandemente com o Símbolo Perdido. Achei chato, previsível e “mais do mesmo”.
Eis que, nessa época de livro ruim (esse ano foi MUITO ruim para lançamentos), me pego com esse tal de Inferno nas mãos.
Pra começar, meu marido é um entusiasta da Divina Comédia, e este lendo uma biografia de Dante, da qual eu leio por tabela. Então o clima na minha casa está para Dante e o Inferno, mas não está para Dan Brown.
O livro é ruim. O livro é ruim pra caramba. O livro é um dos piores que já li na vida.
Tão ruim que comecei me questionar sobre os outros livros dele. Não quero mais Dan Brown na minha casa.
Esse escritor é uma farsa.
O livro tem pontas soltas, o deus ex machina mora dentro da história, as personagens são uma droga e TODA a ação é risível.
Langdon e companhia não tomam atitudes condizentes com a condição de seres humanos pensantes.
O pior é que, em retrocesso, todos os livros são assim.
O mais legal é que acabei apagando as histórias da minha cabeça, então não tenho nem como comparar.
Enfim, eu detestei cada linha, de cada página, até o final.
Um momento da “caça ao tesouro” me enganou. Ponto pro Brown. O resto era tão previsível que deu sono. A construção do personagem “diretor” é o mesmo que vimos em todos os outros livros de Brown: o cara misterioso que perde o controle. No começo da história há uma assassina que morre, do nada, ainda no começo. Ele nem apresenta a mulher direito. Ela é só uma cena de impacto de morte,num momento bem ruim.
A mulher da vez (Langdon Girl) é uma superdotada idiota. E o Langdon desse livro me lembra muito o Langdon interpretado pelo Tom Hanks: um bosta.
No fim, ainda salvaram algumas coisas: Florença e Veneza no Google. Lugares que eu não conhecia e passei a saber que existem. Lindos.
Ah, o que falam de Dante dá pra saber lendo a página da Wikipédia.

Shame on you, Dan Brown! Shame on you!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Joyland - Stephen King

Terminei de ler um dos mais recentes livros do Mestre.
Trata-se de Joyland, (e viva a terra da diversão).
É uma história enxuta, bonita e inteligente. Nada de carta ao leitor, então não dá pra saber se é uma história escrita agora, ou se é algum que o king tirou do fundo do baú (se passa no final dos anos 70), mas é uma história “boa pra dedéu”. King diz que teve a ideia da história depois de ver um menino numa cadeira de rodas empinando uma pipa com o rosto de Jesus.
Consegui passar pelo último ano sem receber spoilers dessa história – a não ser pela capa – então eu não sabia nada do que leria, só que estaríamos em um parque de diversões.
A primeira coisa que gostei, foi do personagem principal. Dev é só um garoto, precisando de uma grana, com o coração partido e sem nenhum objetivo concreto da vida para as férias dop semestre. Ele, com mais cerca de 200 pessoas, vai trabalhar em um parque de diversões – Joyland – que funciona somente durante o verão.
Devin não é um personagem completo. Isso se dá, principalmente, por ele ser muito jovem. Ele não teve um passado ruim, apesar de ter visto sua mãe morrer de câncer (como a mãe de King).
O livro é narrado em primeira pessoa, e é levinho e interessante. O ritmo da narrativa não permite que o leitor se desligue da história. Você lê um pouco e não quer mais parar.
Então, o garoto vai trabalhar nesse parque e descobre que alguns funcionários de lá relatam ver o fantasma de uma mulher que foi assassinada no trem fantasma alguns anos atrás.
Quer saber o melhor: essa história não é sobre a mulher. Não é sobre nada aterrorizante, na verdade. Pelo menos não no quesito sobrenatural. Há alguns monstros, mas eles são bem reais. A doença, a crueldade e a decepção são os monstros dessa história que não deixa o leitor com medo, ou revoltado, ou angustiado.
É uma história que deixa o leitor nostálgico, como se ele tivesse perdido algo em sua juventude. No final, é uma história bonita e triste. Mas com picos de alegria gostosos.
Joyland não se parece muito com os livros que nós, leitores fiéis, estamos acostumados. O que mais lembra, talvez, pelo ritmo narrativo, é Eclipse Total...mas ainda não é bem isso.
Que seja, não estou indecisa quanto a uma coisa: adorei pegar essa obra nova e original e vi que tempos de Love e Celular ficaram pra traz. A história é muito boa e eu recomendo que vocês deem uma passada na Carolina do Norte, no verão, e visitem Joyland. Você vai ter diversão, conhecer o cão Howie, e, quem sabe, ver um fantasma de verdadinha no túnel do terror!
Ah! Ainda não saiu no Brasil!




sábado, 6 de julho de 2013

Desespero - Stephen King

Resolvi  reler Desespero depois que achei o pocket por 10 reais no Submarino.
Preço de banana, livro bacaninha, eu sem vontade de ter pensamentos sérios.
Reler King é legal por que não exige esforço intelectual. Nenhunzinho mesmo. É, tipo, você ver televisão.
Por outro lado, reler faz com que você ser concentre menos na história principal e mais nas nuances.
Isso me fez perceber que Desespero tem uma boa história a ser contada e nenhum detalhe significativo. É um dos meus livros favoritos de King, mas não deixa nada para o leitor resolver.
Ah, claro, temos a grande questão DEUS no livro. Mas nem ela pode ser muito explorada, porque não existe, na verdade, dúvidas sobre a existência de Deus para os leitores. Ele está lá. E está querendo algo.
Resuminho:
Um grupo de pessoas - entre elas um menino religioso e um escritor arrogante – são levados para a cidade de Desespero, no meio do deserto de nevada, e lá tem que enfrentar um demônio antigo, em favor de Deus.
O livro conta, basicamente, as maldades do demônio (sempre incorporado) e permeia a fé do menino (David) com a descrença do escrito (Johnny).
É um dos maiores livros de King, com quase 900 páginas e tem um ritmo alucinante, com personagens interessantes em seus anseios NO PRESENTE, mas apenas os dois principais são bem construídos o suficiente para serem dignos de nota. A impressão que dá é que os outros personagens foram apenas jogados lá para fazer volume e cumprir tarefinhas bobas.
King mexe muito com a maneira como as pessoas observam a fé do próximo, no que as pessoas acreditam (ou não) e como elas lidam com o inexplicável.
David é um “tocado por Deus” e até realiza a multiplicação do pão e do peixe na história.
Até começar escrever essa resenha, achava o livro o máximo, mas agora estou com sérias dúvidas sobre o que achar dele, do ponto de vista de não haver, realmente, uma grande história, como é o caso de Buick 8, que descrevi no blog  no mês passado.
A própria conquista da fé é estranha, e se dá depois de muitas provas desnecessárias.
Acho que King falhou em sua tentativa de utilizar a fé como recurso, e também faltou um pouco de conhecimento “jogado na cara do fiel leitor” em relação à bíblia. Ele poderia ter abusado mais disso.
Na verdade, pensando agora, acho que King só usou o livro para fazer uma descrição dele mesmo (no caso de ele não ter tido a coragem de largar as drogas e bebida a tempo). O livro é sobre King (ou John Marinville) e como ele deve ter se visto quando mais alucinado pelo sucesso.
Se você, fiel leitor, me perguntasse sobre o que esse livro é há 10 minutos, eu diria que era sobre Deus e fé, mas agora acho que é um autorretrato.
Por fim, como sou uma pessoa com as ideias viajadas, não posso deixar de dizer que tive longos pensamentos sobre a existência e utilidade de Deus depois de acompanhar a saga de David pela fé que ele adquiriu.
Tenho pensamentos originais - que não estavam na minha cabeça uma semana antes – sobre o que é e o que faz Deus. Mas isso veio depois que terminei o livro, o coloquei de lado e me perguntei: “acabou?”.
Agora estou a fim de reler Os Justiceiros, para ver o que consigo tirar de lá. Acho, só acho, que vou gostar mais dele.
Só uma coisa é digna de nota em Desespero: Tak. O demônio, ou fumaça, ou vibe ruim (ninguém sabe) foi desenterrado da Mina do China e tem uma coisa nele que gosto muito, ele não se preocupa. Ele não tem planos. Ele quer somente possuir alguém, matar, comer e fazer tudo de novo. Ele não se preocupa em trazer amigos, fechar portais, bajular um chefe. Tak é só energia ruim e instinto. A nêmese de Deus é o irracional. A fome. O sangue. E o medo.

Desespero: Recomendo a leitura, é muitíssimo divertido. Mas não releia. Não vale o esforço.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

From a Buick 8 - Stephen King

Esse fim de semana terminei a releitura de Buick 8. Resolvi ler novamente por que no “fã clube” do king – de que faço parte – meus coleguinhas criticaram bastante o livro.
Contem Spoiler lá embaixo, ok?
Buick 8 é a história de um regimento da polícia estadual da Pensilvânia, que tem a “guarda” de um carro (muito estranho) que foi abandonado num posto de gasolina.
O carro tem um motor zuado que não funciona, uma chave de ignição que não é uma chave, só um pino, e repele sujeira. O carro parece um Buick, mas não é EXATAMENTE um Buick.
O Regimento D é um esquadrão de policiais de rodovia, que – por não saber explicar o que o carro é – o mantém em um galpão, em segredo, por mais de 20 anos.
O carro é, na verdade, um portal para outro mundo. Se abre de tempos em tempos, e às vezes manda coisas para o galpão, às vezes tira coisas dele.
Agora vamos aos fatos.
A narração do livro é feita a partir de vários personagens que contam a história para o filho de um policial que morreu à serviço no regimento D. a narrativa de Buick 8 não é das melhores do King, por que muitas vezes me deixou um tanto confusa quanto a quem estava falando, mesmo que cara capítulo tenha o nome de quem está contando a história.
Também notei umas disparidades temporais. Pode ser implicância minha, e a história começa em 79, mas acredito que o livro não tenha, realmente, sido escrito em 2002, como King alega.
No meias, gostei muito do jeito como ele conduziu o desenvolvimento do relacionamento do regimento com o carro. Ele deixa uma sugestão de que o carro é um personagem e o Regimento D é outro. O legal também é o ar de segredo de polichenelo que King dá ao fato de o Buick ser “propriedade” do D. em dado momento ele diz que mais de 100 policiais passaram pelo regimento nos últimos 20 anos, e que todos sabiam sobre o Buick, e que todos guardaram segredo. Todos sabem que é impossível guardar segredos, quando muitas pessoas o conhecem, e isso faz do D um corpo especial.
Quanto aos monstros.
O Buick pari monstros. De repente, luzes começam piscar, a temperatura começa cair e o porta malas abre, soltando uma criatura.
Aqui que eu acho que houve uma sacada sensacional.
King brincou com a capacidade cerebral e linguística para descrever os bichos que saiam do carro.
Como boa graduada em Letras, estudei Semântica e Linguística, e acho que King também usou disso na composição deste texto.  
A primeira criatura que sai do carro (horrível como todas) é uma “coisa morcego”. É diferente de qualquer coisa já vista. É apavorante. Não parece com nada já visto, mas eles a chamam de coisa morcego por que morcego é o que mais chega perto de descrever aquilo. NÃO SE PARECE NADA COM UM MORCEGO.
Acho isso lindo, como achei ao ler Matéria Cinzenta.
O cérebro humano é incapaz de processar certas imagens. Aquilo fica parado na nossa mente, até que façamos a adaptação necessária para compreendermos.
King chega a te a dizer, através de um dos personagens que “o carro não é um carro, mas é assim que nós o vemos”.
Outra coisa bacana - e totalmente coerente – é a intenção do capitão de explicar que o Regimento D funcionava muito bem, obrigada.
Eles tinham um portal sobrenatural para outra dimensão à 5 metros deles, mas conseguiam realizar as atividades diárias com competência, sem ao menos pensar tanto no Buick, pelo menos quando ele estava dormindo. Isso por que “com tempo e esforço, o ser humano acostuma-se com qualquer coisa na vida”. O que também é verdade.
Acredito que muitos livros do King te dão aquela faísca de pensamento pra ficar desenvolvendo depois. Mas em Buick, essa faísca é bem forte.

Livro divertidíssimo, que gosto muito.

domingo, 16 de junho de 2013

Fique Comigo - Harlan Coben

Às vezes eu gosto de alguns autores sem saber por que gosto.
Esse é o caso de Harlan Coben.
O homem não escreve de uma maneira especial, usa o Deus Exmachina com uma frequência nada saudável e tem um personagem em alguns romances que não dá pra engolir. No entanto, sai livro do cara e eu to lá, comprando, e lendo em um dia.
Talvez ele seja o novo Sidney Sheldon, da minha fase adulta.
O fato é que eu gosto bastante dos livros de Coben, sem saber direito por que.
O ultimo que caiu em minhas mãos foi “Fique Comigo: quando menos se espera, o sonho pode virar pesadelo”.
A Hell of Title, né?
Bom. Pelo menos essa não é uma história de Myron Bolitar.
Myron é o personagem fodão, ex FBI (ainda não li as histórias dele no FBI), ex jogador fodão, ex advogado, e no momento agente de celebridades. Os livros em que Myron aparece são histórias cheias de ação e sem um pingo de sentido, sobre celebridades que vivem confinadas á ilhas e mães suicidas com bebês desaparecidos.
Fique Comigo é a história de uma mãe com um passado obscuro, que tem que voltar à esse passado para esclarecer um crime. É uma história de Serial Killer - bem bobinha por sinal - mas POR QUE EU ME AMARREI TANTO?
Toda a coisa do Coben está no ritmo. É sempre alucinante. Li quase 300 páginas em algumas horas, e perdi o fôlego umas 4 vezes. Coben mexe com a emoção do leitor e consegue passar o melhor clima de suspense possível. Melhor que muitos filmes, por sinal. Depois de ler um Coben, você deve descansar a sua cabeça por uns dias, senão qualquer livro que você for ler parecerá arrastado e você vai desistir dele. Coben te estraga para outras histórias.
Quer começar ler, comece com Não Conte a Ninguém, Desaparecido pra Sempre, ou Cilada. Ganhe horas de diversão com a mesma sensação de quem viu Os Vingadores: divirta-se terrivelmente e horas depois se pergunte “por que diabos eu gostei daquilo”.

Falou uma viciada em Coben.