segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Poço dos meus desejos...


Lendo algumas coisas na internet e passando por outras na minha vida, acabei caindo em um looping mental.
Estava falando com meu amigo Cido sobre nossa busca eterna pelo Graal, pela metade da laranja, a tal da alma gêmea e parei pra me perguntar como seria a pessoa ideal.
É bem clichê, mas resolvi colocar aqui tudo o que eu acho que seria legal, mesmo que essa pessoa não exista.
A pessoa que eu vou amar...
Tem que me fazer rir, entender minhas piadas e ter seu próprio repertório.
Tem que confiar em mim e merecer minha confiança. Tem que me olhar de igual pra igual, e nunca sentir que é superior e muito menos inferior a mim.
A pessoa que eu amar tem que me animar nas horas que eu estiver cansada de tudo, tem que me apoiar nas horas difíceis e me deixar fazer o mesmo por ela. A pessoa que eu amar deve discordar de mim todas as vezes que ela achar que estou errada, entrar nas discussões para ganhar e me colocar no meu lugar quando eu extrapolar.
A pessoa que me amar deve conhecer e respeitar meus defeitos, mas nunca deve deixá-los de tornarem algo incontrolável. Deve me mostrar cada erro no meu caminho, mas não me criticando ou espezinhando, mas me fazendo ver o quanto eu fui idiota/imatura/precipitada.
A pessoa que eu amar deve me chutar da cama nos dias em que eu não quiser levantar e se revezar na preparação do café, inclusive aos domingos.
A pessoa que eu amar deve entender os filmes que eu assisto e quando eu não entender algo, me explicar sem me fazer me sentir burra demais.
 A pessoa que eu amar deve entender um mínimo de história, filosofia e psicologia, deve falar sobre qualquer assunto, mesmo que for para perguntar de que diabos estou falando.
A pessoa que eu amar não precisa ser um grande leitor, desde que ouça quando eu contar sobre a história genial que eu li. A pessoa que eu amar deve fazer um esforço para ler meus escritos, criticá-los, corrigi-los e dar palpites.
A pessoa que eu amar deve sentir um ciuminho besta, nada que preocupe, e rir disso comigo depois.
A pessoa que eu amar deve ser capaz de gestos simples, como deixar um bilhetinho dentro do sapato, escrever “eu te amo” no espelho embaçado, deixar uma flor de papel em cima da mesa de trabalho.
A pessoa que eu amar deve elogiar minha comida e se oferecer para lavar a louça.
A pessoa que eu amar não deve me considerar louca quando eu falar com meu cachorro e deve segurar a vergonha quando eu parar as mães no supermercado para brincar com os bebês.
A pessoa que eu amar deve querer me beijar na chuva, rir quando eu quiser andar na beira da calçada e me elogiar quando eu estiver arrumada.
A pessoa que eu amar deve me abraçar o tempo inteiro, me fazer-me sentir rodeada por um muro seguro de carinho, me fazer acreditar que, pelo menos ali, tudo vai estar sempre bem.
A pessoa que eu amar tem o direito de acordar de mau humor, mas tem que ter paciência quando eu fizer de tudo para que ela sorria. Tem que tentar agüentar meu mau humor e minha depressão nas poucas horas que elas vierem.
A pessoa que eu amar deve me acompanhar ao médico, às festas e aos almoços torturantes na casa da minha mãe.
A pessoa que eu amar deve me olhar nos olhos e eu ser capaz de ler neles que eu também `1
A pessoa que eu amar precisa entender que eu rio quando estou feliz, mas também rio quando estou triste...mas que esses dois risos são totalmente diferentes um do outro.
A pessoa que eu amar deve entender que eu sou sempre fiel, dedicada e apaixonada por tudo o que eu faço, e espero o mesmo de todos.
A pessoa que eu amar deve ter coragem de virar mochileiro, pescador ou churrasqueiro, afinal, temos que estar preparados para tudo.
A pessoa que eu amar deve me fazer entender todos os dias que ela me ama, e cometer todos os erros que precisar, desde que seja honestamente.
A pessoa que eu amar deve entender que eu não estou à venda, que um pedido de desculpas sincero e arrependido é melhor do que qualquer presente.
Por falar em presentes, a pessoa que eu amar saberá que os presentes podem ser simples, mas tem que vir em datas surpresa, com a frase “vi isso e lembrei de você”.
A pessoa que eu amar vai entender que apesar dessa casca de pessoa corajosa e forte, o que eu quero mesmo é me sentir protegida e querida por alguém mais forte que eu.
A pessoa que eu amar vai me mandar ficar quieta quando eu estiver falando besteiras e me calar com um beijo quando eu estiver falando demais.
A pessoa que eu amar vai andar de mãos dadas comigo nas ruas e me esperar quando eu estiver provando roupas em lojas.
A pessoa que eu amar nunca vai implicar com minhas roupas, nem com meus chapéus.
A pessoa que eu amar vai dormir abraçada comigo, e acordar me beliscando por que eu roubei o edredom. A pessoa que eu amar vai entender quando eu não quiser conversar, e ignorar quando eu gritar, e limpar minhas lágrimas quando eu chorar e segurar no meu rosto quando me beijar.
A pessoa que eu amar vai me deixar segura de que no dia seguinte ainda vai estar lá pra mim.
A pessoa que eu amar vai ter todos os defeitos que tiver, mas ainda assim eu vou olhá-la e saber que ela é tudo que eu quero.

Grow Up!!!!!!!


Crescer é uma droga!
Você começa descobrir que algumas coisas nunca vão ser como antigamente, e outras você nunca vai aceitar por que quando você era criança era tudo tão mais legal!
Sempre penso em desenhos animados, quando relembro coisas que eu gostava na infância. Os desenhos são o mais palpável para eu perceber que as coisas de antes não voltam e que as de amanhã não vão ser tão legais assim.
Cher Explica:
Bom, é que hoje eu acho que a maioria dos desenhos que eu assistia e amava quando era criança são muito chatos. Tipo, não consigo ver He-Man, Ursinhos Carinhosos ou Duck Tales. Porra, eu amava esses desenhos (aqui um parênteses para dizer que eu sempre, EVER, vou amar Caverna do Dragão), mas agora acho tudo um tanto mal feito e desbotado. Sim, estou ficando velha...
BABOSEIRAS BABOSEIRAS

Crescer nos anos 80/90 também me fez pegar um certo pavor de desenhos 3D. Amei o último Toy Story, mas queria tanto que ele fosse em duas dimensões como o Rei Leão(!). Enfim, os desenhos de hoje em dia são um saco, por que eu não estou acostumada com eles...
Uma coisa que não muda, graças à Deus, é minha paixão nada secreta pelos filmes que passavam na sessão da tarde da minha infância. Ainda assisto (comendo pipoca) todos os filmes que adorava quando era pequena. Entre eles estão Curtindo a Vida Adoidado, Os Goonies, Quero ser Grande e O feitiço do Tempo. Aliás, é por causa dos filmes que estou escrevendo esse post. Hoje eu estava lembrando do Axel Foley...acompanha?
Um tira da pesada. Eis a musiquinha.


Eu estou aqui, doente para assistir os filmes do Eddie Murphy de novo. Tipo, os filmes que o cara faz hoje, em sua maioria, são uma droga, mas O Tira da Pesada, O rapto do menino Dourado e Um príncipe em Nova York...rulam.
Tinha também aquele filmes sobre a mãe que deixa as crianças com uma babá e a velha morria, e a menina mais velha ia trabalhar para sustentar a casa...se eu vejo esse filme passando na TV, paro tudo e vou assistir...coisa nostálgica.
Outras coisas da época de criança também me pegam de jeito. Lego, Barbie, io io mix (**), tubaína...são todas coisas lindas que me levam de volta aquele tempo mágico e  lindo em que a mamãe fazia panqueca toda sexta-feira, bolinhos de nata uma vez por mês e meu pai fazia a gente tomar um copo de leite todos os dias as três da tarde. O tempo em que minha irmã só comia “alface sem talinho”, eu tinha um boneco Papai Noel com o nome de Roberto, e eu e meus irmãos tínhamos dias marcados para escolher os canais de televisão, andar de bicicleta era uma delícia, não um martírio, a gente tomava banho de mangueira e fazia muitos castelinhos de terra, a vó Alzira fazia bolinho de chuva e a vó Rita fazia o café mais fraco ever.
Eu me pelava de medo do boneco Chuck e de extraterrestres, meu pai colocava a gente de castigo cada um em um canto da casa e cada um tinha seu lugar certo de sentar à mesa e na sala. Eu não ia ao banheiro sozinha, tinha medo da minha mãe quando quebrava copos e nós três abríamos latas de leite condensado escondido, assim como fuçávamos nos presentes de Natal antes da data.
Era uma época muito legal, tinha um filme sobre um grupo de homens vestidos de Papai Noel que seqüestravam uma classe cheia de crianças (eu juro que esse filme chama Fortaleza) e eu fiquei apavorada com a ideia de ser seqüestrada. A primeira vez que fui da escola para casa sozinha eu me perdi e quase matei meus pais de preocupação, o dia que eu quase fui atropelada em frente à quitanda, os jogos de corda e elástico com as vizinhas. As brincadeiras com mapas de tesouros, o ATARI...muita coisa boa.
E o melhor, eu não tinha responsabilidade nenhuma, não pagava contas, não tinha que pensar no amanhã que podia ser difícil, nem tinha sofrimento real, a não ser nos dias de jogo de futebol, que meu pai ficava com a TV e no dia em que minha mãe me proibiu de assistir O Silêncio do Inocentes, eu assisti pela fresta da porta e quase morri de medo. 
É isso...

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Vá vestir um terno...


Ando bem preguiçosa com o blog, mas algumas coisas começaram se acumular na minha mesa de trabalho e em minha casa e eu ando sentindo um sono que não é de mim. Então eu não estou fazendo nada muito dedicadamente. Uns seis ou sete livros começados espalhados pela casa, os seriados todos atrasados (mas a fall season começa semana que vem, Deus me ajude) e fins de semana repletos de coisas melhores para fazer do que escrever em blog (!).
Mas hoje, resolvi escrever um pouquinho sobre um dos 18 seriados que estou vendo (e a fall season...um monte de coisas novas que eu quero ver!) e elegi Suits.
Mike Ross é um jovem com o QI muito elevado e memória fotográfica que é expulso da escola de Direito depois de uma confusão envolvendo cola. Esse é ele:
O garoto vive de pequenos delitos, como prestar a prova de ingresso na escola de direito para pretensos candidatos. Falsidade ideológica, coisas do tipo. Um dia, precisando de dinheiro para que sua avó não perca a vaga no asilo onde mora (avó essa que apareceu só duas vezes na série e sumiu) ele resolve entregar uma maleta de maconha em um hotel, mas percebe que está em uma emboscada policial.
Harvey Specter é o homem!!! Ele é um grande advogado, responsável pelos problemas da grande e rica firma em que trabalha. Ele é manipulador, sedutor e muito cônscio de que é foda. Harvey consegue fazer o que quer e resolve qualquer problema. Mas eis que um dia sua chefe, Jessica, resolve que Harvey precisa de um novo e brilhante jovem advogado para ser seu associado. A entrevista para o emprego ocorre em um hotel...o mesmo hotel em que Mike está fugindo da polícia.
Eis que surge Donna, secretária de Harvey, que introduz o rapaz fujão na sala do advogado, confundindo-o com um dos cadidatos. Um parênteses para falar de Donna. Adoro a interpretação de Sarah Rafferty nesse papel. Tinha visto um filme com ela antes, não lembro o nome...a personagem é demais.
Enfim, Harvey e Mike se conhecem, a maconha cai no chão, Mike conta sua história para o advogado e é contratado como se fosse um advogado recém saído de Harvard. Chupa essa!!
No consultório conhecemos outro advogado que trabalha com Harvey e não gosta muito dele...e é o melhor personagem da série: Louis Litt. A única coisa que Louis que na vida é um pouco de atenção. Mas ele não consegue nada, pois aterroriza tanto os contratados que ninguém quer se aproximar dele.
O forte de Suits não são os casos. Aqui eu preferia Shark, que teve uma vida bem curta. O melhor de Suits são as relações entre as personagens. A forma como Harvey finge não gostar de ninguém, como todos odeiam Louis, a maneira como Jéssica leva Harvey e Louis na conversa para que eles trabalhem juntos, e o modo como Mike pode lidar com, praticamente, qualquer situação, por mais burradas que cometa no começo de cada episódio. É um seriado sobre advogados, mas não sobre casos de tribunal. Em sua maioria, os casos na Pearson são resolvidos com acordos. Mas ainda dá para perceber a manipulação a que todos são expostos por trabalharem com a lei.
É isso...Suits. um bom seriado, que poderia aproveitar mais os talentos cara de pau de Harvey e a super mente de Mike, mas ainda assim, um bom seriado.



E para meu amigo Wagner, a Jessica Pearson é a Jasmine e Angel...lembra, paz mundial???

8 ou 80


Estava vindo do trabalho para casa hoje quando vejo uma coisa muito desagradável: um velho escarrando na rua. Pensei duas vezes antes de escrever a palavra “escarrando” aqui, mas porra, isso é muito nojento. Eu fico revoltada com essa falta de noção de algumas pessoas em alguns assuntos. Se eu não me engano, a época das escarradeiras foi a long time ago, e esse povo ainda pensa que vive no Brasil Império ou o quê?
Bom, isso foi um desabafo, mas que também em fez pensar nas coisas que me deixam puta ( e olha que eu estou cheia disso essa semana que nem começou direito).  Já escrevi sobre quem eu sou, o que eu quero e outras coisinhas pessoais, e já que o blog está descaracterizado mesmo, hoje é “o que me deixa puta”.
Já pegaram a coisa do escarro certo? Bom, essa é foda. Tem também aqueles jogadores que assoam o nariz em campo. Porra, engole!! (sim, trocadilhos florescendo). Eu acho uma tremenda falta de respeito e de higiene fazer esse tipo de coisa, principalmente por que são atitudes controláveis. Mas enfim.
Odeio quando eu estou cozinhando e alguém vem enfiar a mão na comida. Tipo “mãe, deixa eu pegar só uma batatinha”...a minha vontade é jogar óleo fervendo no individuo (vulgo meu filho). Ou quando ele fica perguntando se a comida já está pronta. Será que um dia ele vai entender que EU NÃO POSSO APRESSAR O FOGÃO?!
Odeio quando as pessoas ficam me rodeando e não dizem logo o que querem. Meu chefe é campeão nisso e me deixa muito nervosa. Poxa vida, quer falar, fala. Quer xingar, xinga. Quer reclamar...entendeu, né? Agora, ficar andando de um lado para o outro, parecendo um bicho enjaulado, nobody deserve it.
Fico louca quando estou tentando ler ou assistir alguma coisa e as pessoas ficam falando comigo. Entendam, se eu estou focada em alguma coisa, melhor me deixar terminar. Se eu paro de prestar atenção no que estou fazendo, ainda estou com o pensamento naquela coisa, e não sirvo para fazer mais nada.
Tenho pavor de que mexam nas minhas coisas. É uma ofensa. Sabe, tem coisas que não deveriam vir à luz, nunquinha. Se minhas gavetas estão fechadas, meus cadernos não estão expostos, meu celular está quietinho...existe uma razão. Sou assim em todos os ambientes que frequento, acho que até mais no trabalho do que em casa...gosto das coisas do meu jeito.
Não gosto que falem de mim pelas costas. Tem um problema comigo, vamos resolver, ou não olhe mais para minha cara, mas não fale de mim para os outros. Tipo, as pessoas vêm me contar. E eu vou tirar satisfação. Não admito isso, mas abro uma exceção: meus amigos podem falar de mim um para o outro, bem ou mal, desde que não deixem de me amar. Eu sei o quanto sou difícil e às vezes espetar um bonequinho vodu meu é uma válvula de escape.
Odeio, odeio, estar errada em uma discussão, isso acontece por que sou péssima em dar o braço a torcer, e posso arrastar uma discussão inútil por muito tempo. Aqui tenho que abrir um parênteses para dizer que com algumas pessoas que conheço, eu acabo concordando mesmo quando estou certa, só para que parem de falar no meu ouvido. Infelizmente (ou felizmente) todas as pessoas com quem convivo mais intimamente  são argumentativas e cabeças dura como eu, então um papo inocente com o pessoal pode se tornar um debate dos mais interessantes.
Não curto atrasos. Odeio aquela coisa – “de noite eu apareço na sua casa”. Porra, que horas??? Sou uma pessoa de definições. Isso já me fez sofrer muito, por que comigo as coisas geralmente são preto no branco, e a maioria das pessoas não é assim. Então quando alguém quer marcar algo, por favor, estabeleça um horário, e cumpra. Já deixei de sair, e tive algumas brigas por causa de atrasos. O mais foda é quando os homens dizem que as mulheres demoram em se arrumar. Eu não conheço quase nenhum homem que não se atrase, e todos os que fazem isso não se importam de deixar os outros esperando. Eu não gosto de deixar os outros esperando.
Morro de raiva de ser ignorada. Tipo, bate de frente comigo, mas não me deixe falando sozinha. Algumas vezes as pessoas preferem “deixar pra lá” quando eu começo esquentar. Putz, isso me mata. Eu preciso de uma briguinha saudável de vez em quando. Se eu sou ignorada, aquela coisa que me fez ferver vai ficar na minha cabeça, e vai voltar com uma potência muito maior. Se bem que ultimamente eu ande muito com a frase “eu não vou falar sobre isso”...as pessoas mudam mesmo! (Oo)
Não gosto quando mulheres colocam a mão em mim sem necessidade. Nem homens, na verdade. Odeio esse povo que conversa encostando. Eu estou aqui, do seu lado, não precisa colocar a mão no meu braço a cada cinco minutos. Infelizmente mulheres fazem muito isso. Antigamente, eu nem beijava minhas amigas. Ainda não beijo a maioria, e elas sabem que eu não gosto. Só cumprimento com beijinhos as namoradas frescas dos meus amigos, mas felizmente as vejo pouco (isso não inclui as Marianas, ok?). Existe uma exceção à essa regra. Tenho uma amiga super fresca que não me incomoda, e se ela puder, me pega no colo. Andressa. Acho que é o jeito dela.
Bom, acho que é isso. Eu sou ranzinza, fico brava fácil, mas do jeito que vem, vai. Essa lista boba não inclui – lógico - as coisas que ninguém suporta, como maltrato aos indefesos, pessoas estúpidas e Zorra Total. Aliás, que diabos de nome é “Zorra Total”. Porra!
Desculpe os palavrões. =]

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

(FIASCO) O que acontece em Vegas…




Ontem foi dia de Fiasco. Pela primeira vez jogamos com o número máximo de participantes: 5.
A parada aconteceu em Vegas.
Os personagens:
Gil: Black Jack, um crupiê oportunista que quer ficar rico.

Wagner: Frank (Big F) Pentangelli. Italiano, Mafioso e dono de cassino.

Cher: Cookie Pentangelli, esposa adolescente e interesseira de Frank.

Fábio: Hank, um golpista e ladrão bonitão.

Josué: Lee, coreano matador de aluguel.

Cookie é casada com Frank, mas vive uma “noite selvagem” com Hank. Black Jack descobre a traição da mulher do patrão e conta para Big F. O velho mafioso contrata Lee para dar cabo de Hank, massss – surpresa das surpresas – Lee e Hank são irmãos adotivos.
Durante a noitada de Cookie e Hank, o ladrão roubou os diamantes do pescoço da patricinha, e os dois fizeram um acordo: Hank devolveria os diamantes, mas Cookie abriria a casa de Big F para que Hank e os amigos pudessem roubar as obras de arte do mafioso.
Meanwhile, os Russos resolvem tomar uma parte de Las Vegas de Frank, e o velho mafioso declara guerra aos inimigos.
Ao chegar depois da reunião com os mafiosos, Frank encontra Cookie amarrada e a casa saqueada, e coloca a culpa nos Russos. Mal sabe ele que o homem que ele já jurou de morte foi quem amarrou sua bonequinha para disfarçar sua ajuda no assalto.
Mas Cookie ainda faz uma boa coisa para o seu esposo: se joga na sua frente para evitar que ele leve um tiro em um acerto de contas com os novos gangsters da cidade.
Por outro lado, Lee e Black Jack estão tramando com Hank um vídeo em que o coreano vai atirar no irmão e mostrar para Big F que ele realmente matou o cara. As balas deveriam ser de festim, já que a morte era somente uma farsa, mas eis que as balas na arma de Lee são de verdade, e Hank vai parar no hospital.
Ao sair do hospital, Lee, Hank e Black Jack são desmascarados, e decidem fugir, estão quase conseguindo sair de Las Vegas, com todo o produto de roubo da casa de Big F quando são interceptados pela máfia Russa. Lee, sentindo-se culpado por ter atirado no irmão, se entrega. Black Jack convence Hank que ele também deve se entregar, e não deixar seu irmão sofrer as conseqüências sozinho.
O crupiê foge com a grana, enquanto Hank e Lee são amarrados e oferecidos como “presente de reconciliação” a Big F. O mafioso decide que sua mulher Cookie também deve ser punida, a manda amarrá-la junto com os bandidos.
Com seu charme Cookie consegue escapar e vai viver com Black Jack em um cassino clandestino que ele abre no México.  Seu marido querido acaba perdendo o poder depois de perder a mulher, e uma noite brinca de roleta russa.  Hank é capado e Lee fica aleijado.
Cada um recebe, novamente, o que merece. Em Fiasco.


(Fotos gentilmente cedidas pelo Corvo)
E um viva para o Cuervo, que me deixou uma tremenda dor de cabeça de presente